Covid-19: Brasil contabiliza 30,7 milhões de infectados

O Ministério da Saúde divulgou hoje (20) novos números sobre a pandemia de covid-19 no país. De acordo com

O levantamento diário do Ministério da Saúde divulgado hoje (20) registra que o Brasil tem 30,7 milhões de casos confirmados da doença e 665,4 mil mortes. Os recuperados da doença somam 29,8 milhões, 96,9% dos casos.

Nas últimas 24 horas, o ministério registrou 10,1 mil novos casos e 60 mortes.

O estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia, com 5,4 milhões de infectados e 168,8 mil óbitos. Em seguida estão Minas Gerais (3,3 milhões e 61,4 mil óbitos); Paraná (2,5 milhões e 43,2 mil óbitos) e Rio Grande do Sul (2,3 milhões e 39,4 mil óbitos).

Vacinação

Conforme o vacinômetro do Ministério da Saúde, 429,8 milhões doses de vacinas contra a covid-19 já foram aplicadas, sendo 176,6 milhões em primeira dose; 158,1 milhões em segunda dose, 83,2 milhões em doses de reforço e 3,2 milhões em segunda dose de reforço.

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Brasileiro tem 1º caso de varíola dos macacos registrado na Alemanha

Autoridades alemãs registraram o primeiro caso de infecção por varíola dos macacos no país. Segundo o Instituto de Microbiologia da Bundeswehr, ligado às Forças Armadas alemãs, o vírus foi detectado nesta quinta-feira (19) em um brasileiro de 26 anos, que chegou à Alemanha vindo de Portugal, após passar pela Espanha.

“O vírus da varíola dos macacos foi detectado pela primeira vez na Alemanha pelo Instituto de Microbiologia de #Bundeswehr. Nosso instituto em Munique já havia diagnosticado o primeiro caso do coronavírus em 2020”, informou o Ministério da Defesa alemão, em sua página no Twitter. Portugal, Espanha  e outros países europeus vivem surto da doença.

Ontem, autoridades portuguesas confirmaram ter identificado cinco casos da infecção por varíola dos macacos. Os serviços de saúde da Espanha estão testando 23 casos em potencial, depois que o Reino Unido colocou a Europa em alerta para o vírus.

De acordo com a agência Reuters, os cinco doentes portugueses, de 20 casos suspeitos no país, estão estáveis. São homens e todos vivem na região de Lisboa e Vale do Tejo, segundo as autoridades sanitárias portuguesas.

A doença

Varíola dos macacos é uma infecção viral rara, semelhante à varíola humana, embora mais leve, registrada pela primeira vez na República Democrática do Congo, na década de 1970. O número de casos na África Ocidental aumentou na última década.

Os sintomas incluem febre, dor de cabeça e erupções cutâneas que começam no rosto e se espalham pelo corpo.

De acordo com autoridades de saúde espanholas, a doença não é particularmente infecciosa entre as pessoas, e a maioria dos infectados recupera-se em algumas semanas, embora casos graves tenham sido relatados.

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OMS: 1º ano de pandemia levou a excesso de mortes estimado em 4,5 mi

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nesta sexta-feira (20) relatório com impactos do primeiro ano da pandemia de covid-19, que levou a um excesso de mortes estimado em 4,5 milhões. Os dados fazem parte do conjunto de Estatísticas Mundiais de Saúde referentes a 2020.

As estatísticas revelam até que ponto a pandemia vem afetando os sistemas de saúde em todo o mundo, em alguns casos, restringindo severamente o acesso a serviços essenciais. De acordo com o documento, essas interrupções provavelmente atrasarão o progresso global tanto na expectativa de vida quanto na expectativa de vida saudável nos primeiros 20 anos do século.

A expectativa de vida global ao nascer aumentou de 66,8 anos em 2000 para 73,3 anos em 2019, enquanto a expectativa de vida saudável aumentou de 58,3 anos para 63,7 anos. Isso se deve, em grande parte, aos ganhos em saúde materno-infantil e aos grandes investimentos e melhorias em programas de doenças transmissíveis, como HIV, tuberculose e malária. No entanto, os dados de 2020 mostram que interrupções nos serviços contribuíram para o aumento de mortes por tuberculose e malária entre 2019 e 2020.

Segundo a OMS, antes da pandemia, também havia tendências mundiais que apontavam para a redução do atraso no crescimento infantil, do consumo de álcool e do uso de tabaco, além do no aumento do acesso à água potável gerenciada de forma segura, ao saneamento e a sistemas de esgoto gerenciados de forma segura, à higiene básica, a combustíveis limpos e a tecnologias para cozinhar.

Esses avanços foram parcialmente sustentados por uma duplicação dos gastos globais em saúde entre 2000 e 2019, atingindo 9,8% do Produto Interno Bruto (PIB) global. Mas aproximadamente 80% desses gastos ocorreram em países de alta renda, sendo a maior parte (cerca de 70%) proveniente de orçamentos governamentais. Nos países de baixa renda, o pagamento do próprio bolso foi a principal fonte dos gastos com saúde (44%), seguido por ajuda externa (29%).

Pandemia

Embora a cobertura dos serviços tenha melhorado nos últimos 20 anos, os gastos em saúde pioraram. “Com a atual recessão econômica mundial e os sistemas de saúde lutando para continuar oferecendo serviços de saúde, a pandemia de covid-19 provavelmente interromperá o progresso feito na cobertura de serviços e piorará ainda mais a proteção financeira globalmente”, avaliou a OMS.

Segundo a organização, o cenário ocorre porque algumas pessoas não conseguem acessar sistemas de saúde por não poderem pagar do próprio bolso. Além disso, entre os que procuram e obtêm serviços, há, atualmente, um risco maior de enfrentar dificuldades financeiras por causa dos gastos diretos com saúde do que antes da pandemia.

De acordo com o relatório, ao mesmo tempo, uma falha crônica em reconhecer o papel central da atenção primária à saúde e financiar adequadamente elementos-chave, como a força de trabalho em saúde, desacelerou a eficácia da resposta à covid-19 e desencadeou interrupções nos cuidados de rotina que ameaçam comprometer ainda mais a capacidade dos países de alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para a saúde até 2030.

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Ministério da Saúde abre consulta sobre diagnóstico do câncer de pele

O Ministério da Saúde abriu – de hoje (20) até 8 de junho – consulta pública sobre Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas do Melanoma Cutâneo, “tipo mais grave de câncer de pele”, informou a pasta.

As contribuições podem ser enviadas até o dia 8 pelo site da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e serão analisadas pela Secretaria-Executiva do órgão.

A recomendação inicial apresentada pela Conitec é favorável à aprovação das diretrizes diagnósticas desse tipo de câncer de pele.

Melanina

“O melanoma tem origem nas células produtoras da melanina, substância que determina a cor da pele, e é mais frequente em adultos brancos. Ele pode aparecer em qualquer parte do corpo, na pele ou mucosas, na forma de manchas, pintas ou sinais. Em pessoas de pele negra, esse tipo de câncer é mais comum em áreas como palmas das mãos e plantas dos pés”, anunciou o ministério.

Acrescentou, em nota, que, embora o câncer de pele seja o mais frequente no Brasil e corresponda a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país, “o melanoma representa apenas 3% das neoplasias malignas do órgão”.

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Covid-19: em 24 horas, Brasil teve 10,4 mil casos e 114 mortes

O Ministério da Saúde divulgou hoje (19) novos números sobre a pandemia de covid-19 no país. Segundo o levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem, no acumulado, 30,7 milhões de casos confirmados da doença e 665,4 mil mortes registradas. Os casos de pacientes recuperados somam 29,7 milhões (96,9% dos casos).

Nas últimas 24 horas, o ministério registrou 10,4 mil novos casos e 114 mortes.

O estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia, com 5,4 milhões de casos e 168,8 mil óbitos.

Em seguida, aparecem os estados de Minas Gerais (3,3 milhões de casos e 61,4 mil óbitos); do Paraná (2,5 milhões de casos e 43,2 mil óbitos) e do Rio Grande do Sul (2,3 milhões de casos e 39,4 mil óbitos).

Boletim EpidemiológicoBoletim Epidemiológico

Boletim Epidemiológico – 19/05/2022/Divulgação/ Ministério da Saúde

Vacinação

Conforme o vacinômetro do Ministério da Saúde, 429 milhões de doses de vacinas contra contra a covid-19 já foram aplicadas no país.

Receberam a primeira dose da vacina 176,5 milhões de pessoas. A segunda dose já foi aplicada em 158 milhões e 82,9 milhões tomaram a dose de reforço. A segunda de reforço foi aplicada em 3 milhões de pessoas. 

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Fiocruz abre exposição sobre saúde e vida

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) abriu hoje (19) a exposição Vida e Saúde: Relações (Invisíveis), no campus sede da instituição, em Manguinhos, na zona norte do Rio de Janeiro. A exposição é interativa e conta com recursos inclusivos. Na mostra, é possível observar microrganismos em microscópio e sentir a textura de colônias de fungos e bactérias, além de praticar jogos.

“É uma exposição que fala das múltiplas dimensões da vida e da saúde e dessa relação. Ela vai desde o universo microscópico até o macroscópico, falando sobre a determinação socioambiental da saúde, sobre nossa relação com o meio ambiente e com o planeta de maneira geral e das relações do nosso corpo com a saúde”, disse o coordenador da equipe de concepção da exposição, Alessandro Machado Franco Batista.

A importância das vacinas também é tratada na exposição. Em um jogo interativo, os visitantes têm o desafio de vacinar o maior número possível de pessoas para evitar que doenças se propaguem. Também é possível aprender mais sobre a diferença entre soros e vacinas e ter acesso a equipamentos antigos em que a Fiocruz produzia soros.

“A exposição, pensada pré-pandemia, é atravessada pela pandemia. Durante o processo de concepção, fomos reafirmando muitos conceitos importantes”, disse Batista. Segundo ele, pela própria história do prédio da Fiocruz, que tinha cavalos para produção de soros, 100 anos atrás, já era importante falar sobre a produção de vacinas. “Durante a pandemia, isso se tornou uma coisa fundamental para que as pessoas se sensibilizassem sobre a importância da vacinação”, acrescentou. 

A mostra está no Museu da Vida, criado em 1999 como parte da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz). Após dois anos de pandemia, o museu volta a receber visitas presenciais. 

“Retomar as atividades presencias tem sido uma emoção em toda as áreas, mas ver o Museu da Vida com atividades abertas ao público, principalmente pensando o grande impacto da pandemia na educação, especialmente no ensino fundamental e médio, é algo de um valor enorme. O museu é para toda a sociedade, mas não se pode deixar de destacar o público de escolas, que é e sempre foi presença marcante nas ações do Museu da Vida”, disse a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima.

Campus-parque

A presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade, lança a exposição interativa e acessível Vida e saúde: relações (in)visíveis, no Museu da Vida, em Manguinhos.A presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade, lança a exposição interativa e acessível Vida e saúde: relações (in)visíveis, no Museu da Vida, em Manguinhos.

Nísia Trindade: intenção é tornar todo o espaço Fiocruz um campus-parque aberto ao público – Fernando Frazão/Agência Brasil

O museu funciona na cavalariça, local construído entre 1904 e 1905 para acolher os cavalos que eram usados para a produção de soros contra a peste bubônica. A construção é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Trata-se da primeira entrega à sociedade prevista no Plano de Requalificação do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (Nahm). A iniciativa prevê intervenções e novos usos para os primeiros edifícios da instituição, concebidos pelo próprio médico e sanitarista Oswaldo Cruz e projetados pelo engenheiro português Luiz Moraes Jr, entre 1904 e 1922. A primeira fase do plano tem o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como principal parceiro.

A intenção é que todo o espaço torne-se, cada vez mais, um campus-parque aberto ao público. “Nossa instituição tem um castelo como símbolo, um castelo como monumento da ciência, mas, desse castelo temos que ver a cidade, os seus desafios e os imensos problemas”, ressaltou a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima.

O Museu da Vida funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 16h30 e, aos sábados, das 10h às 16h. A exposição é gratuita, mas é necessário marcar a visita neste endereço.

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Covid-19: Fiocruz alerta para estagnação na cobertura vacinal

A estagnação do crescimento da cobertura vacinal contra a covid-19 na população adulta, além da desaceleração da curva de cobertura de terceira dose, é motivo de preocupação, segundo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O alerta faz parte da nova edição do Boletim do Observatório Covid-19, divulgado nesta quinta-feira (19).

De acordo com os dados da Fiocruz, na população acima de 25 anos, a cobertura no território nacional para o esquema vacinal completo é de 80%. No entanto, a terceira dose nos grupos mais jovens segue abaixo da média considerada satisfatória.

“A análise aponta cobertura de 63,9% na faixa etária de 55 a 59 anos, 57,9% na de 50 a 54 anos, 52,8% de 45 a 49 anos. O percentual diminui gradualmente: a partir de 40 a 44 anos é de 49,8%, de 35 a 39 anos é de 44,7%, de 30 a 34 anos é de 40,3%, de 25 a 29 anos é de 35,5%, de 20 a 24 anos é de 30,4% e de 18 a 19 anos é de 25,2%”, destacou a Fiocruz.

No período de 24 de abril a 14 de maio, o boletim sinaliza que, em relação à quarta dose, na faixa etária de maiores de 80 anos é de 17,7%, de 75 a 79 anos é de 12,4%, 70 a 74 anos é de 12%, de 65 a 69 anos é de 6,4% e de 60 a 64 anos é de 3,4%.

Em relação à terceira dose, nas faixas etárias acima de 65 anos, a cobertura está acima de 80%.

Nas crianças entre 5 e 11 anos, 60% tomaram a primeira dose e 32% estão com esquema vacinal completo.

“O cenário atual ainda é motivo de preocupação. A ocorrência de internações tem sido consistentemente maior entre idosos, quando comparados aos adultos. Além disso, o surgimento de novas variantes, que podem escapar da imunidade produzida pelas vacinas existentes, constitui uma preocupação permanente”, explicam os pesquisadores da Fiocruz.

O boletim alerta que, diante da falta de incentivo do uso de máscaras como medida de proteção coletiva e a não obrigatoriedade da apresentação do passaporte vacinal, a discussão sobre a vacinação torna-se ainda mais importante.

A íntegra do último boletim pode ser acessada na página da Fiocruz na internet

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Dia Mundial da Doação de Leite realça o valor do aleitamento

O Dia Mundial de Doação de Leite Humano, celebrado nesta quinta-feira (19), é uma iniciativa para a proteção e promoção do aleitamento materno. A data também chama a atenção da sociedade para a importância da doação de leite para os Bancos de Leite Humano (BLH).

O BLH é um serviço especializado em oferecer ações de apoio, proteção e promoção do aleitamento materno, dedicando-se à assistência das mães e dos bebês durante o processo de amamentação. Além disso, executa atividades de coleta, seleção, classificação, processamento, controle de qualidade e distribuição do leite materno doado voluntariamente por mães.

Os bebês prematuros, considerando a sua condição de saúde e de internação, têm dificuldades de sugar o leite materno. Por isso, o leite humano do banco de leite é a melhor opção para alimentação de crianças internadas que, por algum motivo, não podem ser amamentadas diretamente no seio materno. A doação de leite materno pode ser feita por mães saudáveis que estejam amamentando seus filhos. Um frasco de leite materno pode ajudar a alimentar até dez bebês. 

“O leite materno protege contra infecções importantes e evita que crianças prematuras  tenham complicações, e traz diversos benefícios para os bebês prematuros e de uma forma geral. Mas, em especial para os bebês de risco que estão mais propensos ao óbito, por conta da fragilidade em que se encontram”, disse a coordenadora do Centro de Aleitamento e Banco de Leite da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), professora Kelly Pereira Coca. 

A bióloga e doula [profissional que acompanha a gestante durante a gravidez, parto e período pós-parto], Luana da Silva Freitas, de Ouro Preto (MG), conta a experiência de doar. “Doar leite materno é uma via de mão dupla porque favorece a pessoa que está doando, no sentido de esvaziamento dos seios, já que evita algumas alguns problemas como a mastite, facilitando assim a amamentação do bebê, e ajuda bebês prematuros que não podem, por inúmeras razões, receber o leite materno da sua mãe”. 

Estoque baixo

Atualmente, o Banco de Leite Humano da Universidade Federal de São Paulo está com o estoque abaixo do ideal para suprir a necessidade de crianças internadas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal e demais unidades pediátricas do Hospital São Paulo, o hospital universitário da Unifesp.

“A quantidade de leite atual em estoque é de 40 litros. Costumamos ter pelo menos 100 litros, o que é ainda uma quantidade razoável, não é uma quantidade ideal porque a gente atende os bebês diariamente na UTI neonatal, especialmente os prematuros que nasceram com algum problema de saúde que não podem ser amamentados pelas mães”, explicou a coordenadora do Banco de Leite da Unifesp. 

Para ser uma doadora, basta estar saudável e apresentar produção láctea maior do que as necessidades do próprio bebê. Para isso, basta entrar em contato com o banco de leite humano mais próximo do domicílio para fazer a doação.

“A partir do momento que a mulher se interessa pela doação, a gente faz o rastreamento, avaliação dos exames, da saúde, a identificação se faz algum uso de medicação e analisa se tem alguma restrição.  Não havendo restrição, ela recebe todas as informações quanto ao armazenamento e extração do leite. Ela não precisa ir até o banco extrair o leite para doar. Ela entra em contato conosco e vamos direcioná-la, porque a doação também é regionalizada, temos bancos de leite distribuídos por todo o Brasil”, disse a professora Kelly.

Como doar

Para saber onde doar em seu estado, acesse o site da Rede Global de Bancos de Leite Humano.

Em São Paulo, o Posto de Coleta do Banco de Leite, localizado no 8º andar do HSP/HU Unifesp, ao lado da UTI Neonatal, é aberto às mulheres internadas em todos os setores do hospital e às funcionárias que desejam ser doadoras. 

O funcionamento do posto é das 8h às 12h e das 13h às 15h, de segunda a sexta-feira (exceto feriados). Já o Banco de Leite Humano – Centro Ana Abrão, situado na rua dos Otonis, 683, funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, sendo responsável pelas coletas domiciliares de doadoras externas ao HSP/Unifesp e, ainda, pelo atendimento às nutrizes com dificuldade no aleitamento materno.

Serviço:

Posto de Coleta do Banco de Leite em São Paulo, capital

(11) 5576-4848 (VoIPs 2817 / 2543)

WhatsApp® (11) 94044-2802

e-mail: aleitamento@unifesp.br ou pelo site.

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